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Ídolo parabeniza o Galo e comenta nova função

25/3/2021 11:43
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No dia do aniversário de 113 anos do Galo, não poderia faltar a palavra do  gerente de Futebol Victor Bagy, ídolo da Massa Atleticana. Ele ressalta que tem imenso orgulho por fazer parte da história do Atlético e ter vivido, de forma tão intensa, as principais conquistas recentes do Clube.

“Parabéns, Atlético, pelos seus 113 anos”, diz. “É um orgulho muito grande me sentir parte da história desse tão glorioso clube. Agora, do lado de cá, procurando escrever novas histórias de conquistas”, afirma.

Sobre seu novo desafio no Clube, como gerente de futebol, Victor Bagy avalia que pode contribuir levando, para a esfera administrativa, a sua visão de atleta.

“Basicamente, minha função é ser um elo entre vestiário, atletas, diretoria e base”, afirma. “Faço essa ponte para conseguir essa integração entre os setores”.

O gerente de Futebol participa de todas as decisões, reuniões, programação de viagem e de treino, entre outras atribuições. ele destaca que procura buscar o equilíbrio entre o que o jogador pensa e o pensamento da diretoria, a filosofia do clube.

“É tentar buscar um equilíbrio entre essas partes, para fazer as coisas acontecerem de forma mais fluida e natural dentro do clube”, diz.

Segundo Victor, embora seja muito recente a sua mudança de função, a adaptação vem sendo rápida. Ele revela que, assistindo aos treinamentos, bate um saudosismo, uma vontade de estar dentro de campo, mas tem a consciência e o sentimento de que sua minha missão dentro de campo foi cumprida.

“Agora, existe uma nova missão, outro chamado aqui do lado de fora, para fazer parte de uma engrenagem, fazer o clube andar”.

O ex-atleta comenta que, embora esteja ainda em período de aprendizado, bem buscando ser o mais proativo possível, no sentido de ter autonomia para resolver os problemas que se apresentam: “Tem sido bastante corrido, bastante trabalho, mas, acima de tudo, bastante produtivo”, garante.

Victor Bagy observa que, antes, como atleta, tinha uma visão micro do futebol, pois precisava, apenas, seguir a programação. Ele diz que, atualmente, enxerga de uma perspectiva macro, uma vez que, ao fazer programação de treino, viagens e concentração, e analisar a tabela de jogos, adversários e atletas, entende o processo como um todo.

“Antigamente, eu só pagava a ponta do processo. Hoje, vejo desde a base do processo, tudo aquilo que envolve a preparação de um jogo de futebol”, afirma.

O gerente de Futebol alvinegro conclui agradecendo o apoio do diretor de Futebol, Rodrigo Caetano, e do supervisor de Futebol, Carlos Alberto Isidoro, na adaptação ao novo trabalho.

“Felizmente, estou muito bem amparado, por grandes profissionais, que estão sempre ao meu lado e me ajudam nesse processo de aprendizagem e adaptação”.