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Símbolos e Marcas

EVOLUÇÃO DO ESCUDO

O GALO

Na década de 1930, um galo preto e branco dominava as rinhas em Belo Horizonte. Era imbatível, assim como o Atlético nos gramados.

Em 1945, o chargista Fernando Pieruccetti, O “Mangabeira”, a pedido do jornal “A Folha de Minas”, recebeu a missão de desenhar o mascote do Clube, que logo cairia nas graças da torcida.

Inspirado na bravura com que o time jogava e no domínio que exercia sobre os adversários, ele desenhou o Galo forte e vingador.

“O Atlético sempre foi um time de raça. Mais parece um galo de briga, que nunca se entrega”, disse o chargista à época.

O maior popularizador do Galo foi Zé do Monte, que defendeu o Clube nos anos 1950 e entrava em campo com um Galo de verdade. Com o pentacampeonato mineiro (1951 a 1955), o grito de “Galo!” se imortalizou e passou a ecoar em todos os estádios onde o Atlético jogava.

O Atlético foi, também, o primeiro clube a criar fantasia de mascote. Em 1976, foi lançado o primeiro ‘Galo’, que acompanhava crianças e jogadores na entrada em campo.

Outras versões do Galo também fizeram sucesso, como o Galo Volpi e o Galo Ziraldo.

Já em 2005, o mascote reapareceu com nova roupagem, em formato de um super-herói, e foi batizado pela Massa como ‘Galo Doido’.

GALO DOIDO NO TWITTER:

Galeria de Fotos do Galo Doido

HINO OFICIAL (1967) Letra e música de Vicente Motta

Nós somos do Clube Atlético Mineiro
Jogamos com muita raça e amor
Vibramos com alegria nas vitórias
Clube Atlético Mineiro Galo Forte Vingador.

Vencer, Vencer, Vencer
Este é o nosso ideal
Honramos o nome de Minas
No cenário esportivo mundial

Lutar, Lutar, Lutar
Pelos gramados do mundo pra vencer
Clube Atlético Mineiro
Uma vez até morrer

Nós somos Campeões do Gelo
O nosso time é imortal
Nós somos Campeões dos Campeões
Somos o orgulho do esporte nacional

Lutar, Lutar, Lutar
Com toda nossa raça pra vencer
Clube Atlético Mineiro
Uma vez até morrer.

PRIMEIRO HINO (Música de Augusto César Moreira e letra de Djalma Andrade – 1928 a 1967).

O Atlético em valentes combates
Sai dos campos coberto de glórias
E na luta, nos grandes embates
Que ele tem conquistado vitórias.

Alvinegro pendão de vitórias
A cidade te aplaude altaneira
Cada dia que passa mais glórias
Vem pousar sobre a nobre bandeira

Se a cidade o proclama altaneira
é que o povo lhe rende justiça
se entre palmas desfralda a bandeira
Entre louros a tira da liça

É o querido dos fados, da sorte
Não encontra nos campos rival
toda gente proclama o mais forte
o mais nobre, o mais bravo e leal.