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Flag Football

Galo FA lança projeto “Jogador do Futuro”

Fomentar o trabalho escolar e o desenvolvimento social através do esporte

10/6/2024 12:31
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O Galo Futebol Americano lançou, na última sexta-feira (8/6), o projeto social “Jogador do Futuro” em parceria com a Gasmig e o Governo Federal. O pontapé inicial da iniciativa aconteceu na Escola Municipal Lídia Angélica, em Belo Horizonte, e contou com a presença do Galo Doido.

O intuito do projeto é fomentar o trabalho escolar. O propósito é ajudar crianças entre 12 e 14 anos, e é dividido em duas partes: o ofício do exercício nas escolas e as técnicas e aprimoramentos da atividade física do Flag Football, modalidade semelhante ao futebol americano.

O destaque é a contribuição da atividade física para desenvolvimento social e ampliação das redes de apoio.

“Queremos levar uma cultura do Flag para essas crianças. Ela trabalha a questão da disciplina, do respeito e trabalho em equipe, sem deixar de lado a educação formal”, disse Eddie Aragão, CEO do Galo FA.

O Flag Football é um dos cinco esportes selecionados pelo Comitê Olímpico Internacional para estrear na Olimpíada de Los Angeles 2028. Trata-se de uma variação do futebol americano, no qual não há os contatos físicos mais bruscos, conhecidos como derrubadas/tackles.

O oponente tem sua jogada paralisada quando o time de defesa consegue roubar uma fita/bandeira presa em sua cintura. Com isso, a prática fica mais acessível, uma vez que não é necessário os famosos equipamentos de proteção.

Nesses seis anos, o Galo FA obteve êxito ao apoiar causas sociais, tais como a doação de donativos em virtude do desastre da enchente do Rio Grande do Sul; campanhas de alimento, agasalhos e doação de sangue.

“Este projeto vem para coroar esse lado social. Estamos treinando, capacitando e qualificando mais de cem crianças, não apenas para o esporte, mas também para a vida. Nesse projeto não contemplamos apenas a estrutura tática, técnica e física. Contemplamos, também, as estruturas cognitivas, onde poderemos acompanhar os alunos e ajudar no desenvolvimento pedagógico”, completou Eddie Aragão.

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