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Victor comemora retorno à rotina de competição

19/11/2019 16:32
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“Claro que estou com muita saudade, isso aqui é nosso habitat, nosso ganha pão, nossa vida. Uma das coisas que me dão mais alegria no dia a dia é vir treinar, jogar futebol, competir”.

Com essas palavras, o goleiro Victor demonstrou toda sua felicidade pelo retorno à rotina de competições, após quatro meses se recuperando de uma tendinite no joelho direito.

No último sábado, no Rio de Janeiro, Victor ficou no banco de reservas no empate por 1 a 1 com o Fluminense, no Maracanã.

“Ficar, praticamente, quatro meses afastado é algo muito incomum na minha carreira. A única situação que passei tanto tempo longe foi quando fiz a cirurgia do ombro, mas eu sabia que seria um período longo, que a previsão era de cinco a sete meses e, em quatro meses, joguei. Quando você tem uma perspectiva, é diferente, você trabalha sua cabeça para isso. Mas, nesse caso, eu pensava que voltaria com um pouco mais de antecedência e as coisas não caminharam, mas faz parte. Claro que a gente convive com dores, diariamente, não só eu, mas todo atleta de alto nível. O problema é quando a dor te limita, atrapalha sua performance. A partir do momento em que a dor começou a me limitar, tive que parar. Mas recuperei, estou feliz, voltei até melhor do que eu imaginava. Claro que não está zerado de dor, isso nem era um planejamento porque tenho 36 anos e a dor é normal, mas uma dor que não me limita e não me atrapalha de fazer o treinamento para jogo. Então, estou feliz de poder ter voltado e participado desse jogo, poder estar mais próximo dos amigos, da rapaziada, dos companheiros, e poder ajudar de alguma forma”, destacou Victor na entrevista coletiva que concedeu na tarde desta terça-feira (19), na Cidade do Galo.

O arqueiro reiterou que o período em que ficou fora dos gramados foi complicado porque, normalmente, existe um protocolo, um tempo de recuperação a ser seguido, o que não ocorreu no caso dele.

“A gente trabalhava em cima da evolução da dor. Tentamos, algumas vezes, voltar a campo para poder trabalhar com um pouco de dor, tentar voltar, quebrar essa dor. Infelizmente, ela acabava regredindo e isso gerava frustrações. É difícil você trabalhar em cima de frustração. Nesse momento, você tem que ser muito resiliente, forte, superar, não deixar a dor te desmobilizar, te desmotivar. Mas é inevitável que, em algum momento, você não pense de forma negativa ou desanime um pouco. Mas, com o apoio dos companheiros, departamento médico, família, amigos e torcedores, mandando aquela corrente do bem, a gente acaba superando isso, voltando a ter mais paciência, mais resiliência. Realmente, é difícil, ainda mais sabendo que o time passou por um momento complicado e você acaba se sentindo impotente por não poder ajudar muito. Mas isso serve para fortalecer, para voltar mais forte e encerrar bem o ano. Fico feliz por voltar e fazer aquilo que realmente amo, que é jogar futebol”, disse o camisa 1.

ENTREVISTA COMPLETA DE VICTOR NA TV GALO

O ídolo alvinegro afirmou que seu objetivo é ajudar o Atlético e fazer aquilo que for bom para o clube.

“Estou à disposição. Claro que ainda preciso evoluir algumas coisas porque fiquei muito tempo parado e estou sem ritmo, mas questão de titularidade nunca tive essa preocupação porque sei do meu valor, minha história, sei o que represento aqui para o Atlético. Não foi à toa que joguei 420 jogos com a camisa do Atlético. Sei o meu lugar, minha responsabilidade e o que represento para o clube. Então, quando for solicitado para jogar, espero estar pronto e em condição, respeitando o Cleiton, que vem fazendo um grande trabalho, vem numa boa sequência. Essa disputa é saudável no sentido de aumentar o nível técnico. É sempre bom ter essa competitividade sadia dentro do elenco, não só no gol, mas em todas as posições”, comentou.

Victor também elogiou o companheiro de posição Cleiton, a quem enxerga como uma das principais promessas da posição no futebol brasileiro.

“Ele vem demonstrando sua capacidade, tem potencial para ser goleiro de seleção. Desde que chegou, tem demonstrado seu grande potencial e vem mantendo constância nos jogos. Essa competição, quando é saudável, quando há respeito, como aqui, é benéfica para todos”, concluiu.